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OS RUMOS DA SAÚDE PÚBLICA NO BRASIL

Clique na imagem para assistir a gravação ou no título para ler sobre o debate

ABERTURA - Com lançamento editorial

A práxis sanitária de David Capistrano Filho

Mesa 1: Desigualdades na Atenção à Saúde

Seminário SUS 35 Anos: Desigualdades na Atenção à Saúde

SESSÃO ESPECIAL: Desenvolvimento: como fortalecer o Complexo Econômico-Industrial da Saúde

Indústria da saúde tira soberania do discurso para realidade

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Conferência  de encerramento

“O SUS que está aí é uma caricatura”

   O Seminário 35 Anos do SUS comemorou o aniversário de publicação da Lei Orgânica da Saúde (nº 8.080, de 19 de setembro de 1990) com debates sobre como enfrentar os desafios postos atualmente à ampliação do sistema público e universal de saúde no Brasil.
   Organizado pelo Instituto Walter Leser em parceria com o Outras Palavras-Outra Saúde, Fundacentro e Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, começou discutindo as desigualdades na atenção à saúde com a vereadora Luana Alves (PSOL-SP), o quilombola Mateus Brito (Conaq), a médica Márcia Couto (FMUSP) e a assistente social Rachel Gouveia (UFRJ) e encerrou com  dois pioneiros do movimento sanitário brasileiro, Jairnilson Paim e Gonzalo Vecina na mesma mesa, um confronto esperado ansiosamente pelo público. Os dois debateram sobre erros e acertos e apontaram caminhos, em um debate pontuado e enriquecido pelo resgate de memória da experiência que tiveram na articulação e consolidação do SUS. 

   Nos quase dois dias entre as duas atrações, o público presente acompanhou e participou de debates sobre a transformação digital da saúde e sobre o financiamento e a gestão de um sistema universal e gigante; e como e porque a saúde do trabalhador deve estar no foco e no centro das políticas públicas de saúde.

  Na sessão especial, ficou sabendo que o setor privado da saúde ocupa o terceiro lugar entre os que comandam o mercado. “São 200 empresas que comandam a economia corporativa brasileira e 63,5% do PIB nacional. São três grandes setores dentro de 21 que elenco no meu estudo. As grandes empresas de saúde só ficam atrás do setor elétrico recém-privatizado e do setor bancário financeiro”, disse Eduardo Magalhães.  

  Na programação cultural paralela, participaram do lançamento da reedição ampliada de Da Saúde e das Cidades, obra emblemática do sanitarista David Capistrano Filho, editada por José Ruben; e da Coleção comemorativa 100 anos de Franco Basaglia, um ícone do movimento antimanicomial, organizada por Raquel Gouveia (UFRJ).

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ÁRVORE DA VIDA 

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